Estaleiro maior que cidade

O estaleiro EBR, que está sendo implantado em São José do Norte, terá mais empregados diretos no pico de sua produção do que a população atual da cidade. Serão 30 mil para 25 mil, segundo o presidente Alberto Padilla. O problema é que a cidade não oferece infraestrutura adequada, carecendo principalmente de habitações. A projeção, por isso, é que inicialmente 50% dos trabalhadores serão locais e os restantes de cidades vizinhas, mas em dois anos 80% serão da região e os restantes 20% de fora. Na sua implantação ele emprega hoje 400. O estaleiro quer ter vida útil além da atual onda de demanda do Brasil, que deve durar entre 10 e 15 anos, quando pretende ser competitivo para atender ao mercado externo.

Newsletter Affonso Ritter 02/10/2013

Pólo Naval | RIO GRANDE, Ações trabalhistas dobram com o polo

Abertura de duas novas varas no município não acompanha movimento na indústria naval
Zero Hora 27/05/13

A Justiça do Trabalho sentiu o impacto do desembarque da indústria naval em Rio Grande. Em sete anos, o número de ações dobrou, superando o crescimento médio no Estado. No município com a segunda maior elevação em igual período, São Leopoldo, o aumento foi de cerca da metade disso.

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Pólo Naval | A caminho do alto-mar

Às vésperas de entregar a segunda plataforma construída no Estado, a P-63 (a primeira foi a P-53 em 2008), o trabalho é intenso no polo naval de Rio Grande. Contrato de US$ 1,3 bilhão a cargo da empresa Quip (Queiroz Galvão, Camargo Correa e Iesa), a gigante cujo tamanho é o equivalente a três campos de futebol e pesa em torno de 50 mil toneladas terá capacidade para 140 mil barris de petróleo por dia e 1 milhão de metros cúbicos de gás e vai operar no campo Papa Terra, na bacia de Campos. A ideia é entregar a plataforma para a Petrobras no dia 31, em solenidade com a presença da presidente Dilma, mas ainda não há confirmação oficial.

Zero Hora 27/05/13
INFORME ECONÔMICO – A caminho do alto-mar
MARIA ISABEL HAMMES

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PÓLO NAVAL | Em busca de um gigante global

Com 20 estaleiros pelo mundo, um dos quais em Angra dos Reis, via Brasfels, o Keppel Fels analisa a possibilidade de expandir suas operações no Brasil diante do alto volume de encomendas, muitas delas da Petrobras. Uma das possibilidades cogitadas seria um novo estaleiro, para a qual o Rio Grande do Sul é candidatíssimo.

Zero Hora 09/05/13, INFORME ECONÔMICO | MARIA ISABEL HAMMES

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PÓLO NAVAL

Polo naval promete mudar perfil de Charqueadas

Jornal do Comércio 14/01/13

Município da região Carbonífera, que sempre teve seu perfil vinculado ao sistema prisional por abrigar penitenciárias como a Pasc, quer virar a página e passar a ser reconhecido como grande complexo da indústria naval

Jefferson Klein

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POLO NAVAL (RS)

INFORME ECONÔMICO – Megaguindaste | MARIA ISABEL HAMMES

Como tudo é mega no polo naval de Rio Grande, o maior guindaste da América Latina também está em operação nos canteiros das obras locais, para fazer o içamento dos módulos das plataformas P-58 e P-63. Os números do equipamento, aliás, impressionam desde o transporte da Holanda ao município: 220 contêineres no deslocamento até a Quip, localizada no polo.

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Pólo Naval Gaúcho

A repórter Giane Guerra conversou com o sócio-diretor da M.Stortti, Maurênio Stortti, sobre as fases do projeto que indica os pólos industriais do Rio Grande do Sul.

Entrevista com Maurênio Stortti. 02/09/2012

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=265850&channel=232

 

Nota de divulgação no Acerto de Conta$, por Giane Guerra

Indústria oceânica vai gerar 65 mil empregos no Rio Grande do Sul. Falta de mão de obra preocupa.

02 de setembro de 2012

A indústria oceânica no Rio Grande do Sul acrescentará R$ 12,19 bilhões no PIB do Rio Grande do Sul. Deve gerar quase 65 mil empregos diretos. Considerando os indiretos, este número sobe para quase 240 mil.

A projeção foi apresentada pela empresa de planejamento M.Stortti em estudo encomendado pela Fiergs e Governo do Estado. Usa informações da Fundação de Economia Estatística.

O levantamento projeta ainda uma elevação de R$ 3,4 bilhões no rendimento das famílias gaúchas. A arrecadação tributária também terá impacto, com provável incremento de R$ 1,44 bilhão.

No estudo, o sócio-diretor da M.Stortti, Maurênio Stortti, projeta quais os municípios têm potencial de entrar nessa onda de investimentos da indústria oceânica. Consideram desde a presença de hidrovia até o nível de educação e saúde. Veja o quadro abaixo:

 

O Rio Grande do Sul tem o Polo de Rio Grande e lançou recentemente o Polo do Jacuí. Stortti, no entanto, manifestou ao Destaque Econômico, preocupação quanto à infraestrutura e à mão de obra.

Entrevista Maurênio Stortti.

Foto: Jonathan Heckler/Divulgação PMPA.

 

FIERGS apresenta estudo de modelagem econômica ao Pólo Naval


Plano de Desenvolvimento da Indústria Oceânica Gaúcha aponta diretrizes de trabalho

A nove meses da parceria firmada entre Fiergs e Governo do Estado, o presidente da Federação das Indústrias, Heitor José Müller, entregou ao governador Tarso Genro os estudos de modelagem econômica do Pólo Naval do Rio Grande do Sul. Duas vias do documento intitulado Plano de Desenvolvimento da Indústria Oceânica Gaúcha foram apresentadas na tarde desta terça-feira (21) no Palácio Piratini, durante evento que lançou oficialmente o Pólo Naval do Jacuí, comportando jornalistas, entidades de classe representativas, Petrobras e outras empresas que investirão no projeto.

A partir do protocolo de intenções assinado com o Governo do Rio Grande do Sul em dezembro de 2011, a Fiergs trabalha em múltiplas ações de apoio à indústria oceânica. Entre elas, estão os programas de qualificação de mão de obra e a contratação do grupo M.Stortti para as análises e elaboração do Plano de Desenvolvimento, que tem como objetivo oferecer diretrizes básicas a investidores, empresas da construção naval, entidades e municípios envolvidos.
De acordo com Heitor, os estudos de modelagem econômica resultam em um extenso relatório que contextualiza o setor e inclui questões sócio-econômicas para o desenvolvimento da cadeia produtiva. O documento considera, entre outros, retorno a investidores via Parceria Público-Privada – PPPs, entrevistas com órgãos relacionados, mapa hidroviário e dados que compõem a matriz matemática relacionada às condições das áreas disponíveis em cada cidade.
“Esta é a primeira etapa, o inicio do projeto. Continuaremos trabalhando de forma sustentável em beneficio da sociedade gaúcha”, completa Heitor.
Na oportunidade, foram assinados o decreto que institui a localidade do Pólo Naval do Jacuí nas margens do Rio Jacuí e os protocolos de intenções que divulgam os investimentos em novos módulos da Petrobras e recursos da Iesa Óleo e Gás para a construção de plataformas em Charqueadas. Juntas, garantindo mais de 1.200 empregos diretos e cinco mil empregos indiretos.